Detenção de suspeito pelo crime de tráfico de estupefacientes
A Polícia Judiciária, através da Diretoria do Sul, deteve em flagrante delito um homem pela presumível prática do crime de tráfico de estupefacientes.
No momento da detenção, o suspeito transportava consigo pouco mais de um grama de cocaína. Efetuada busca à sua residência, foram ainda apreendidas mais 131 gramas do mesmo produto estupefaciente, uma balança digital de precisão e uma considerável quantia em dinheiro.
Das diligências de investigação efetuadas apurou-se que o arguido era um dos responsáveis pelo abastecimento de cocaína na zona de Albufeira.
O detido, de 26 anos de idade, vai ser presente a primeiro interrogatório judicial para aplicação das medidas de coação tidas por adequadas.
02 de outubro de 2013
quarta-feira, 2 de outubro de 2013
DETENÇÃO DE DUAS MULHERES PELA PRÁTICA DO CRIME DE BURLA QUALIFICADA
A Polícia Judiciária, através da Diretoria de Lisboa e Vale do Tejo, identificou e deteve, em flagrante delito, duas mulheres, de 37 e 38 anos de idade, ambas vendedoras ambulantes, sobre as quais recaem fortes suspeitas da prática de um crime de burla qualificada.
O inquérito no âmbito do qual se efetuaram estas detenções iniciou-se na sequência de uma queixa apresentada por uma mulher, sexagenária, que no início do passado mês de setembro fora abordada pelas detidas, que não conhecia e que se lhe apresentaram com nomes que entretanto se apurou serem falsos, que a convenceram de que a filha padecia de um mal grave, mal esse que poderia ser curado caso lhes entregasse todo o ouro que possuía a fim de o mesmo ser “benzido”.
Na sequência de tal abordagem e de posteriores encontros, a vítima ficou convencida de que a sua filha efetivamente padecia do referido mal e, horrorizada pela situação, acabou por entregar às detidas todo o ouro que possuía e que avaliou em cerca de €200.000,00 (duzentos mil euros) bem como €40.000,00 (quarenta mil euros) em dinheiro que levantou de várias contas bancárias.
terça-feira, 1 de outubro de 2013
Quebrar o enguiço
Estas eleições autárquicas – apesar do regozijo proporcionado
pela derrota clara deste execrável grupo de malfeitores que atualmente exerce o
poder - deixaram um travo amargo. Se há muito não havia dúvidas de que Portugal
continuava culturalmente a ser o “reino cadaveroso” que Ribeiro Sanches
denunciava no século XVIII, poucas agora restaram: Entre nós o crime continua a
compensar porque a justiça que defendemos está ao nível da nossa (a)moralidade
e da débil cultura cívica e política que praticamos.
O crescimento da abstenção é a principal prova disso. Os quase
50% registados são uma demonstração clara de que estamos mais preparados para
ser governados em ditadura do que a batermo-nos pelo aprofundamento da
democracia. Ou seja: tendencialmente estamos mais disponíveis para aceitar o
retrocesso, do que para progredir. Trocamos facilmente a liberdade e a razão por
uma frágil segurança assente na ilusória estabilidade prometida por gente que
frequentemente nem sequer conhecemos.
Dir-se-á, com razão, que estas eleições também mostraram
aspetos inovadores muito interessantes. Houve experiências de aprofundamento da
democracia que funcionaram e que foram premiadas. Houve demostração de
iniciativas de cidadania com resultados concretos. Mas 50% de abstenção
representa um grande número de pessoas, um número que não tem parado de
aumentar. Por outro lado subsiste essa quase indiferença pelo perfil ético dos
candidatos ao desempenho de cargos públicos. Fica pois um lastro de preocupação.
Tem sido feita a leitura de que a abstenção é um voto de
protesto, contra os partidos, contra o sistema. Talvez seja, mas não deixa de
ser também uma manifestação de incultura cívica e política. Se for um gesto intencional
é como combater um incêndio atirando gasolina para cima. A abstenção não
castigou o poder nem o sistema. Prejudicou sobretudo o campo progressista que,
em muitos casos – com as suas divisões e sectarismos - se auto liquidou
acabando por poupar os partidos do poder a uma queda mais esmagadora.
Maria João Avilez – a aristocrática comentadora da direita
portuguesa mais arcaica -, exasperou-se na noite eleitoral contra a elevada
abstenção que atribuía aos adeptos do PSD. Evidenciando a sua natureza
petulante e pouco dada às coisas da razão, não percebeu que a abstenção é que
salvou o PSD dum resultado ainda mais demolidor… Têm destas coisas este tipo de
analistas. Mas o mais grave é que muita gente, responsável e empenhada na causa
do progresso, não manifeste preocupações com este aspeto da vitória eleitoral.
Como povo parecemos ser mais apreciadores da força do que da
ética. A justiça entre nós, é, há já muito, algo retórico para usar mais como
argumento do como prática. Talvez isto tenha a ver com o facto de termos sido um
dos últimos países a abolir o Tribunal do Santo Ofício, que durante 300 anos,
perseguiu e queimou os espritos mais livres, nobres e cultos, deste (e doutros)
país, organizando regularmente autos de fé para exaltar o feito. Medroso,
inculto e submisso, o povo habituou-se a participar nestes bárbaros espetáculos,
espetando alegremente tições nos condenados a caminho da fogueira, muitos dos quais
já lá chegavam cegos ou moribundos.
Somos herdeiros desta gente e talvez por isso poucos de nós
– a começar pelos próprios juízes - acreditam na justiça. Veja-se como o
concelho mais culto do país exultou com a vitória dum autarca que não teve
reservas em meter a mão no “pote”. Barafusta-se contra a corrupção, maldizem-se
os que abusam do poder, mas tudo isso pouca importância parece ter quando dos
saques e vantagens ilegítimos se utiliza algo que exiba alguma obra… Em
termos de contas somos pouco exigentes, especialmente com os poderosos.
Há, sem dúvida, que relevar o lado positivo destas eleições,
pois, se há coisa necessária nesta altura, é “animar a malta”. Mas há também que
estar atento ao crescimento entre nós da
incultura política e à proliferação da chamada alienação social. As pessoas e
organizações apostadas no progresso devem estar atentas à evolução deste
fenómeno e procurar combatê-lo a todos os níveis, desde o público ao familiar. O
espetro do “reino cadaveroso” continua vivo e só mudando a mentalidade dos
portugueses, elevando o seu nível cultural – especialmente o cívico e político
-, se poderá quebrar este secular enguiço.
Daniel D. Dias
APREENSÃO DE COCAÍNA E DETENÇÃO DE TRAFICANTES
A Policia Judiciária, através da Unidade Nacional de Combate ao Tráfico de Estupefacientes (UNCTE), procedeu, no âmbito do combate ao tráfico internacional de estupefacientes por via aérea, à identificação e detenção de quatro homens na cidade de Lisboa e à apreensão de cerca de mil e quinhentas gramas de cocaína, suficiente para aproximadamente sete mil e quinhentas doses individuais.
O referido produto estupefaciente, oriundo de S. Paulo - Brasil, foi transportado no interior do organismo e destinava-se ao mercado português.
Os detidos, com idades compreendidas entre os 29 e os 42 anos, foram presentes a primeiro interrogatório judicial tendo-lhes sido aplicada a medida de coação de prisão preventiva.
01 de outubro de 2013
APREENSÃO DE COCAÍNA E DETENÇÃO DE TRAFICANTES
A Policia Judiciária, através da Unidade Nacional de Combate ao Tráfico de Estupefacientes (UNCTE), procedeu, no âmbito do combate ao tráfico internacional de estupefacientes por via aérea, à identificação e detenção de quatro homens na cidade de Lisboa e à apreensão de cerca de mil e quinhentas gramas de cocaína, suficiente para aproximadamente sete mil e quinhentas doses individuais.
O referido produto estupefaciente, oriundo de S. Paulo - Brasil, foi transportado no interior do organismo e destinava-se ao mercado português.
Os detidos, com idades compreendidas entre os 29 e os 42 anos, foram presentes a primeiro interrogatório judicial tendo-lhes sido aplicada a medida de coação de prisão preventiva.
01 de outubro de 2013
Detenção por abuso sexual de criança
A Polícia Judiciária, através da Diretoria do Norte, identificou e deteve um homem pela presumível prática de vários crimes de natureza sexual cometidos em Vila Nova de Gaia.
As agressões sexuais tiveram início em janeiro de 2012 e prolongaram-se durante 3 meses, na residência da vítima, então com 12 anos de idade, que o suspeito, por ser vizinho e ajudar monetariamente a família, frequentava com regularidade.
O detido, de 48 anos de idade, empregado da construção civil, foi presente a primeiro interrogatório judicial, tendo-lhe sido aplicada a medida de coação de prisão preventiva.
Detenção por abuso sexual de criança
Detenção por abuso sexual de criança
A Polícia Judiciária, através da Diretoria do Norte, identificou e deteve um homem pela presumível prática de vários crimes de natureza sexual cometidos em Vila Nova de Gaia.
As agressões sexuais tiveram início em janeiro de 2012 e prolongaram-se durante 3 meses, na residência da vítima, então com 12 anos de idade, que o suspeito, por ser vizinho e ajudar monetariamente a família, frequentava com regularidade.
O detido, de 48 anos de idade, empregado da construção civil, foi presente a primeiro interrogatório judicial, tendo-lhe sido aplicada a medida de coação de prisão preventiva.
30 de setembro de 2013
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