sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

Presidenciais: “Requiem” por um candidato inexistente



Dos dez candidatos à presidência da República há um que, garantidamente, não receberá o meu voto. Porém não me ouvirão, até ao dia das eleições, pronunciar o seu nome, seja para dizer mal dele, seja para apontar as suas incongruências, seja para lastimar a natureza e o significado da sua popularidade. Porque sei que falar no seu nome é promovê-lo e eu não quero promovê-lo. A melhor forma de liquidar uma má ideia, um mau personagem, é remetê-los ao esquecimento. Esse candidato para mim não existe, ponto. É um candidato não candidato. É o número zero entre dez candidatos que passam assim a ser apenas nove. De quem estava eu a falar? Não sei, nem me interessa saber. E nem se deitem a adivinhar quem era porque não era ninguém, ponto. Entenderam? Aqui fica então o meu “requiem” definitivo para esse candidato! Paz à sua desalma. Pim!

Daniel D. Dias

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